PRFV São as siglas que compõe o material Plástico Reforçado com Fibra de Vidro, muito utilizado para a produção de peças pré-moldadas de qualquer forma engenhosa.

Para entendermos melhor vamos começar pelo início, desde o surgimento do plástico em diante.

O plástico faz parte da vida de milhões de pessoas e sua utilização crescente vem fazendo deste um produto essencial à vida moderna. Destaca-se que os primeiros plásticos que surgiram eram frágeis e quebradiços. Para suprir tais deficiências, uma das medidas tomadas foi o acréscimo de aditivos químicos e/ou fibras de vidro na composição de alguns materiais plásticos, tornando-os mais resistentes a choques, tração e flexão (GARCIA, 2009). A mistura de um reforço (fibra de vidro) a uma matriz polimérica (resina poliéster ou outro tipo de resina) e a uma substância catalisadora de polimerização forma o compósito denominado Plástico Reforçado com Fibra de Vidro (PRFV), cuja técnica como já dito, permite a produção de peças com uma grande variedade de formatos e tamanhos: tanques industriais, piscinas; caixas d’água; cascos e hélices de barcos; carroçarias de veículos e outras.

Os processos de produção de PRFV podem ser agrupados em moldagem aberta ou moldagem fechada. Na moldagem aberta (spray-up e hand lay-up), apenas uma das faces da peça fica em contato com o molde. Já os processos com moldes fechados (Resin Transfer Molding – RTM, Sheet Molding Compound – SMC e Bulk Molding Compound – BMC) utilizam dois moldes – macho e fêmea (PINTO, 2002). O spray-up ou moldagem à pistola é o processo de fabricação de compósitos mais usado no mundo, mesmo em regiões altamente industrializadas. Dentre as razões para essa popularidade está o fato da moldagem aberta ser um processo de fácil aplicação, não requerer altos investimentos e nem conhecimentos técnicos aprofundados (JACOB, 2002).

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